Avril Lavigne prepara álbum “mais maduro e acústico”

Publicado: julho 31, 2009 em Famosos, Músicas / Bandas, Notícias

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Consagrada por hits teen como “Complicated” e “Sk8er Boy”, Avril Lavigne mira na maturidade no que será seu quarto álbum de estúdio, previsto para novembro.

Para começo de conversa, os arranjos pop-rock estarão fora de cena, ou ao menos vão aparecer em doses bem menos generosas. “Muitas das canções são basicamente o acústico e meu vocal”, a canadense de 24 anos contou à revista Billboard. A diferença não passará despercebida, garantiu. “É bem distinto de tudo o que fiz antes. Não é um álbum de pop-rock. É mais sobre emoção e sentimento.”

A cantora já havia ensaiado rompantes acústicos em trabalhos anteriores, mas refrões e acordes regados a pop-rock acabavam sempre levando a melhor sobre o som. O lado “maduro” veio à tona quando ela gravou a metade single, metade jingle “Black Star”, para fragância que lançou, recentemente, com o mesmo nome.

Ainda sem título, o sucessor de The Best Damn Thing (2007) ganhou produção de Deryck Whibley, marido da cantora e frontman da Sum 41, banda nativa da cena roqueira do Canadá. Ele esteve por trás de oito das 12 faixas do trabalho, muitas delas escritas por Lavigne. Apesar do desejo por novos ares, a artista convocou antigos colaboradores: Evan Taubenfield, guitarrista norte-americano com passagem por sua banda, e Butch Walker, coautor do hit de 2004 “My Happy Ending”.

Para alcançar a tal maturidade, Lavigne teve que recorrer a seu passado: muitas das novas músicas foram escritas quando ela era adolescente (o que não faz tanto tempo assim, afinal). “Sempre tive material, mas algumas pessoas com quem eu trabalhava não ligavam de verdade para isso, porque elas queriam escrever a parada.” O discurso que imperava, segundo Lavigne, era algo do tipo “sossega o facho”. “Algumas pessoas agiam como, ‘ah, tanto faz. Você é apenas uma garotinha. Sabe de qualquer coisa?’. [Agora] sei como [as coisas] funcionam”, afirmou. “É meu quarto álbum. Não é ciência de foguete.”

“Darlin'”, por exemplo, foi composta quando a cantora tinha apenas 15 anos – ou seja, uma garota que só deslancharia três anos depois, com o disco de estreia, Let Go, de 2002. “Provavelmente, é a segunda canção que escrevi [na vida]. Estava tentando descobrir tudo.” Na letra de “Everybody Hurts”, também no tracklist da nova realização, ela explica que “é OK ter medo”. A cantora descreve a faixa como “diferente… mas não diferente a ponto de me afastar de quem sou e do que sou”.

Lavigne também leva o crédito como estilista (desde 2008, assina a linha Abbey Dawn, vendida em lojas norte-americanas) e atriz (participou de produções como Com o Pé na Estrada e Nação Fast Food).

Para a turnê que irá promover o próximo álbum, ela faz questão de dar mais uma prova das mudanças em seu estilo musical: não levará dançarinos ao palco. Tampouco apostará em megaproduções. No lugar, promete optar por “teatros cool” para turnê nos EUA”. Explica, Lavigne: “Sinto que isso combina mais com o álbum. Estou pronta para ir lá e apenas relaxar e cantar”.

fonte:rollingstone

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